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quinta-feira, 12 de julho de 2012
DESPREPARO PARA ENFRENTAR AS TREVAS partes 4 e 5.
Sete irmãos, filhos de um sacerdote,
enfrentam um endemoninhado, levam uma tremenda surra e saem da casa pelados e
feridos. Como uma pessoa só, com apenas dois braços e duas pernas pode bater em
sete homens? Como esse endemoninhado consegue ferir esses homens e além de tudo
tirar ou rasgar suas roupas? Como uma coisa dessas pode acontecer? Mesmo que
nossa imaginação adquira asas, seria possível reconstruir mentalmente uma
situação como essa, de forma plausível, com um mínimo de lógica? A verdade é que
não é possível explicar o inexplicável, pois uma situação dessas é inconcebível
para nós, mas é possível perceber que os espíritos imundos tem poder para
promover o mal contra seres humanos e só debaixo da graça de Deus poderemos nos
livrar da derrota. Agora amplie essa situação para nossa vida cotidiana onde as
trevas se utilizam dos desejos da carne, do mundo de iniquidades e pecados que
nos rodeia, além dos ataques diretos de entidades malignas como essa descrita
no texto principal e imaginem a amplitude da guerra espiritual que enfrentamos.
É uma luta descomunal, impossível de ser enfrentada por um ser humano sozinho,
mas perfeitamente possível a um servo de Cristo, protegido pelo Espírito Santo
e escoltado por anjos. Por isso aos não cristãos é urgente a necessidade de
aceitar Cristo como salvador e entrar debaixo da proteção divina. Aos cristãos
parados, afastados, desviados dos caminhos da fé, é preciso reatar a aliança de
união entre você e Deus sem demora. E aos cristãos praticantes e é necessário
permanecer orando e vigiando porque comumente o poder das trevas maquina contra
nós com a firme intenção de nos tragar.
Os demônios tem um ataque de fúria,
derrotam os sete homens, mas é o nome de Jesus que é glorificado. Mesmo em uma
vitória parcial do reino das trevas sobressai o nome de Jesus porque em tudo
Ele é vencedor e deve ser glorificado. O homem foi vencido pelas trevas no
Éden, mas Cristo venceu as trevas na cruz. Por isso todo joelho no mundo
material ou espiritual se dobra diante d’Ele: “Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos
céus, e na terra, e debaixo da terra”. (Filipenses 2:10), e toda vitória é
atribuída a Ele qualquer que seja. Entre glorificar a Cristo com uma derrota ou
com uma vitória eu fico com a segunda opção e aconselho a todos que se submetam
ao senhorio de Cristo para que sua vida glorifique o nome d’Ele através das muitas
vitórias que ele concederá. Tome uma posição, tome uma atitude e receba Cristo
em sua vida hoje.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
DESPREPARO PARA ENFRENTAR AS TREVAS Parte 3
3- É NECESSÁRIO PODER PARA ENFRENTAR
DEMÔNIOS:
Quando Jesus subiu aos Céus, pediu aos
discípulos que ficassem em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de
poder. Algum tempo depois isto aconteceu, mudando a forma de agir dos
discípulos em pregações, curas divinas, exorcismos de demônios e na garra para
enfrentar situações adversas na propagação do evangelho do Senhor nosso Deus.
Esse revestimento de poder está também à disposição de todos os Cristãos que
tenham interesse em prestar serviço ao nosso Rei e para tanto basta pedir
porque isto está bem claro nas escrituras sagradas. “E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e
abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem
bate abrir-se-lhe-á. E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão,
lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma
serpente? Ou, também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós,
sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai
celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem”? (Lucas 11:9-13).
Uma vez cheio do Espírito Santo, o
cristão está apto a qualquer tipo de enfrentamento com possibilidade de
vitória, porém ainda existe uma exceção, que é se deparar com uma entidade
maligna extremamente forte de nominada nas escrituras de legião. Nesse caso
faz-se necessário jejum e oração para que a entidade seja expelida
definitivamente conforme orientação de Jesus Cristo. “E, quando chegaram à multidão, aproximou-se lhe um homem, pondo-se de
joelhos diante dele, e dizendo: Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é
lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo, e muitas vezes na água;
E trouxe-o aos teus discípulos; e não puderam curá-lo. E Jesus, respondendo,
disse: O geração incrédula e perversa! até quando estarei eu convosco, e até
quando vos sofrerei? Trazei-o aqui. E, repreendeu Jesus o demônio, que saiu
dele, e desde aquela hora o menino sarou. Então os discípulos, aproximando-se
de Jesus em particular, disseram: Por que não pudemos nós expulsá-lo? E Jesus
lhes disse: Por causa de vossa pouca fé; porque em verdade vos digo que, se
tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para
acolá, e há de passar; e nada vos será impossível. Mas esta casta de demônios
não se expulsa senão pela oração e pelo jejum”. (Mateus 17:14-21).
terça-feira, 10 de julho de 2012
DESPREPARO PARA ENFRENTAR AS TREVAS. Parte 2
2- OS DEMÔNIOS CONHECEM OS CRISTÃOS:
Quando aceitamos a Cristo como nosso
salvador, recebemos o perdão dos pecados e o Espírito de Deus vem habitar em
seu templo divino, que é nosso corpo, alma e espírito. A partir daí realiza uma
limpeza espiritual, porque Deus não coabita com o pecado, nem habita em templos
impuros e uma resplandecente luz passa a brilhar em nossas vidas, dando
condições para que sejamos uma luz brilhando no meio das trevas. Passamos a ser
a luz do mundo e o sal da terra conforme palavras do próprio Cristo, porque os
frutos do Espírito fluem de nós, alimentando pessoas em nosso derredor, ou
seja, produzimos frutos de bondade, benignidade, fé, mansidão, paciência, amor
e coisas semelhantes a essa e somos reconhecidos por esses frutos em qualquer
lugar onde frequentamos. Esse fato não passa despercebido aos demônios desde as
simples hostes, potestades ou até mesmo principados malignos nos lugares
celestiais, ou seja, todos os demônios desde os menores até os maiores nos
reconhecem e sabem que somos almas retiradas da perdição pelo cordeiro de Deus
que tira o pecado do mundo. Eles sabem que somos almas resgatadas por preço de
sangue e veem nosso brilho espiritual onde quer que estejamos. Jesus afirma que
quando expulso um espírito imundo caminha por lugares desérticos e depois de
algum tempo volta para ver se a casa está vazia, se assim for traz mais sete
espíritos e, é lógico, a pessoa fica oito vezes pior do que era antes, isto
mostra claramente que eles veem o interior de nosso corpo e tem ciência, se
temos ou não, Deus em nossas vidas. Assim como os espíritos imundos nos
reconhecem, sabem também quando um ser humano não pertence ao grupo dos salvos,
como podemos ver nos escritos bíblicos acima em que os filhos de Ceva, com
certeza viram ou ouviram falar de episódios de exorcismo pelo Apóstolo Paulo em
nome de Jesus Cristo e resolvem fazer o mesmo. E podemos considerar uma
temeridade tentar qualquer tipo de ação contra as trevas sem ter a proteção de
Jesus na pessoa do Espírito Santo em nossas vidas. Por isso, o primeiro passo
para um cidadão dessa terra, que não tenha tido qualquer relacionamento com
Cristo, é sem sombra de dúvida, arrepender-se dos seus pecados e aceitar Cristo
como seu salvador, porque além de receber a salvação para vida eterna, recebe
também proteção contra entidades malignas. Por outro lado se for uma pessoa
afastada ou até mesmo desviada dos caminhos do Senhor, faz-se necessários fazer
um novo concerto, um novo acordo, uma nova aliança, para que o sangue de Jesus
derramado na cruz do calvário venha de novo purificar sua vida e seja
restaurado espiritualmente na presença de Deus, passando também a ter direito a
salvação eterna e proteção divina contra as trevas.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
DESPREPARO PARA ENFRENTAR AS TREVAS.
SERMÃO:
DESPREPARO
PARA ENFRENTAR AS TREVAS
INTRODUÇÃO:
“E alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam invocar o nome do
Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por
Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu,
principal dos sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse:
Conheço a Jesus, e bem sei quem é Paulo; mas vós quem sois? E, saltando neles o
homem que tinha o espírito maligno, e assenhoreando-se de todos, pôde mais do
que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa. E foi isto
notório a todos os que habitavam em Éfeso, tanto judeus como gregos; e caiu
temor sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido. E muitos dos
que tinham crido vinham, confessando e publicando os seus feitos”. (Atos
19:13-18).
1- OUVINDO FALAR DE JESUS:
Os filhos de Ceva viram, ou ouviram
falar que Paulo exorcizava demônios em nome de Jesus e resolveram fazer o
mesmo, ignorando totalmente as circunstâncias que envolvem uma batalha
espiritual. Se por ignorância ou por descaso, não fica claro no texto bíblico,
mas os resultados negativos aparecem quaisquer que sejam as intenções, pois os
demônios não estão nem um pouco preocupados com o tipo de motivação que teve quem
entrou em seu caminho. Foi um desastre o resultado da batalha, desaconselhando
qualquer tipo de enfrentamento, sem a devida preparação espiritual para esse
tipo de luta. Mas o interessante do início dessa passagem bíblica é que assim
como os filhos de Ceva, muita gente ouve falar de Cristo e toma atitudes
diferentes a respeito, uns correm para Ele e obtém experiências pessoais
incríveis, com milagres diversos e até mesmo a salvação através do
arrependimento dos pecados e outros apenas observam, maquinam mal contra
Cristãos ou tentam usar o nome de Jesus em proveito pessoal. Nas igrejas muita
gente ouve falar de Jesus, mas passa a vida sem nascer de novo, sem
experimentar milagres ou sem ter qualquer tipo de experiência pessoal com
Cristo. Às vezes até filhos de crentes jamais tiveram uma experiência com Deus.
Conhecem de ouvir falar e essa forma de conhecimento, sem atitude de
aproximação pela fé, é insuficiente para obter bênçãos e deve ser objeto de
atenção a todos que nunca tiveram uma experiência pessoal com Cristo.
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